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Eu não fui sempre assim sozinha havia perto de mim sempre muita
gente.
A alegria era constante Necessária porque era um sonho
itinerante aquela árvore colorida e brilhante.
O riso de crianças
brincando felizes à espera de um papai noel completamente
diferente.
Que não chegava na janela quieto pelo contrário, era
barulhento a sua fantasia não convencia.
Ano após ano, a cena se
repetia vida era o sentido que se tinha nas nossas noites de
natal.
A peça fundamental dessa festa mãe nunca pensei que um
dia ela não mais estaria.
E eu ficaria na janela, vendo lá fora o
mundo como se não pudesse entrar por não querer ou não
precisar.
Ah! Que belas noites de Natal aquelas hoje eu sei que
não verei jamais noites tão belas, noites iguais aquelas.
Tere
Penhabe Itanhaém,
24/12/2003 – 23:55 hs

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