
Seja bem vindo outra vez no nosso mundo, o Natal que traga muita
alegria essa festa universal calorosa e abrangente que envolve a toda
gente. A maior da cristandade de brilhos, de som e cores inspira a
fraternidade paz, amizade e amores é pena que não resista e para sempre
persista. O bom velhinho que mostra vestido com primazia a quem
chamam Papai Noel das crianças, a alegria nunca vi ou passei perto mas
acreditei, é certo. Porém tive a conclusão que se não o
encontrava se em casa ele não vinha é que na neve ele estava bem longe
do meu rincão mas bem no meu coração. Passei a vida
querendo encontrar esse tal lugar tão mágico e tão branquinho que o
velhinho deve estar mas velha acabei ficando e continuo
sonhando. É preciso dar presentes enquanto tem a quem dar porque
um dia eles se vão não adianta lamentar mesmo havendo
controvérsia sobre toda essa conversa. Uma versão que li
hoje deixou-me estupefata seria o Natal somente troca de nomes mais
nada da grande festa de Mitra deus sol da Roma antiga. O papa
Julio primeiro mudou toda a convenção transformando o Natal (a festa do
deus pagão) na data que era preciso pro nascimento de Cristo. Mas
de qualquer maneira nessa parte pitoresca a história toma seu rumo já
aqui ninguém contesta que nasceu entre os judeus Jesus, o filho de
Deus! Não se pode renegar tudo que nos ensinou tal o penhor da sua
vida o exemplo que nos deixou então agora é com a gente ser borboleta
ou serpente. Na mais remota origem claro que o Santo Natal foi
sempre pura magia se mudou seu ritual o que vale é a conotação de tocar
nosso coração. A competência é dele de nos fazer renascer a
obrigação é nossa de tentar compreender toda essa lição de vida sem a
qual ela é perdida. A árvore representa nossa vida renovada o
nascimento de Jesus foi pra isso, pra mais nada mesmo que de
antemão seja só uma tradição. Presentes, há três versões para se
justificar mas é o ato dos reis magos que me faz presentear a alguém
muito querido esperado e acolhido. Seguindo a simbologia velas
indicam a luz colocadas na janela para se esperar Jesus hoje são pra
nossos entes os amigos e parentes. Surgiu na Inglaterra costume de
dar cartão para levar o recado que pousa no coração sendo sempre
sincero é válido e eu espero. Desde os primórdios tempos a
comilança já era forma de reverenciar à fome que sempre impera na parte
da sociedade sem vida de qualidade. São Francisco de Assis fez o
primeiro presépio imitado com mil pompas pelos ricos, não o clero que a
função foi divulgar e o povo o reverenciar. Termina aqui meu
cordel mas não a boa vontade que possamos algum dia ter um mundo sem
maldade para tecer meu final: pra todos: FELIZ NATAL!
Tere
Penhabe Santos, 07/12/2006
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Nota
da
Autora:
informações
históricas
colhidas
na
página
do
link
abaixo: http://www.arteducacao.pro.br/homenagem/Natal/natal.htm
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