de Tere Penhabe

 

 

 

A árvore piscava insistente no jardim
dela emanava alegria e excitação
eu me lembro do que causava em mim
um doce arroubo de carinho e emoção!
 
Os sonhos eram tantos, que se amontoavam
abonados pelo clima de natal
a sensação de que todos se amavam
lhes emprestava aquele ar angelical
 
E às dez da noite, as luzes se apagavam
crianças e adultos se atropelavam
querendo, ansiosos, verem suas prendas.
 
Hoje vejo o Natal pela janela
não há Mamãe Noel com as oferendas
plasmado na memória, a luz de uma arandela
 

              Tere Penhabe
              Santos, novembro/2007

 

 

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