01- Planeta Terra Tere Penhabe
Planeta Terra... é cedo para o
adeus tarde demais talvez, para tentar salvar mas se você não sabe e eu
não sei enquanto os poderosos só discutem vamos tentar...
Pequena
parte e nossa, podemos fazer vamos tratar com mais respeito a natureza que
é realeza, mas não indestrutível já deu para sentir, já deu pra ver o grande
risco vai perecer...
Sem ar, sem água... como vai ser? Simplesmente
não será, nós morreremos de forma hedionda e triste, ninguém resiste um
dia que seja, sem respirar, beber como matar a sede?
Se rios e fontes
estão agonizantes contaminados pela rebeldia do egoísmo que no humano
impera que vem de longe, já de tantas eras como mudar...?
Sendo
mais gente, sendo diferente podendo a vida aprender a respeitar que a
natureza morta, não abre porta nem da janela vai nos adiantar a triste
visão do mar...
Jogando sobre a praia, iconformado tanto lixo, tanta
imundície, seu legado da turba nada heróica, mas retumbante que a ele usou
e abusou no feriado parecendo tão contentes...
Surdos e mudos, cegos
também estão todos nesse mundo de ninguém ainda se julgam no direito e
desrespeito de se auto declararem racionais! Putrefatos
animais...
Pobre de nós... Planeta Terra que muito breve, sem reservas
vai estar nem sei se o amanhã pode chegar porque qualquer alerta que se
leia de exagero vejo todos o chamar...
Santos,
22.02.2007

02- O ultimo suspiro da
Terra Augusta Schimidt Terra Patrimônio Universal De beleza sem
igual Agoniza num ultimo suspiro A espera de sua hora... E
chora... O homem, Sua herança natural Com toda sua evolução Foi
incapaz de ver o chão Destruiu... Poluiu... Desrespeitou... Não
ouviu o seu clamor de amor Apenas na sua ganância desenfreada No seu
ímpeto de poder Arrasou aquilo que lhe foi dado Através do amor do
Criador Mas há tempo de rever Há futuro e solução Com
educação, Conscientização Compromisso e determinação Pode-se novamente
tocar o coração do homem Por isso lhe faço esta oração Terra nossa
que está no céu Santificada sejas tu, mãe realeza Esplendorosa seja tua
beleza Salve Terra cheia de graça. O chão nosso de cada dia Nos dai
hoje e sempre Tua riqueza e tua beleza Teus frutos e tuas
flores. Perdoa teus filhos Que dizimam tuas matas Abençoa o povo que te
ama Que te zela e te protege Agora e sempre Assim Seja

03- E a
Terra perece... Regina Sant'Anna O ego do homem se apraz Por seu
intelecto audaz, O ego do homem o cega, não o deixa ver que a Terra
morre, A vida morre, a largos passos se esvai; não o deixa ver o pedido
desta que agoniza, Porque é preciso conquistar o espaço Estender o humano
abraço Em forma de poderosos tentáculos. Do planeta azul chamado
Terra, Qual nome certo seria planeta das águas, Urge um protesto enquanto
há tempo Sobre o pouco que lhe resta Das terras não queimadas, Das
águas não poluídas. A terra violentada, infértil não floresce, A
água, pela modernidade tornada impura, Em seu leito seca ou apodrece, A
vida com ela também se finda Na agonia de ser aos poucos extinta, Adoece,
enfraquece, perece, perece...

04- Doi-me a alma Victor
Jeronimo
Homens em busca do lucro facil Homens lutando pelo seu
quinhão Dirigentes sem vontade ambiental Assim vai morrendo uma
nação Assim se vai desertificando um país Assim vai morrendo o
mundo.
Nosso querido lar, que foi feito de ti? Ozono, oxigenio,
hidrogenio, água Petroleo, carbono, quimicos, atomos Lixeiras
industriais, lixeiras domesticas
E agora? Que vai ser de ti meu
lar? Que vai ser de ti minha descendência? Que vai ser de ti meu
mundo?
Pobre homem que em tudo o que tocas Se desfaz, se termina,
Morre...
Não soubeste cuidar da herança que legaram os teus
ancestrais. Que por divina mão te foi entregue e que por sabedoria
deverias conservar.

05- Cuidemos da Natureza, ela é luz Mercêdes
Pordeus
Era manhã, a luz do sol que já despontara Os pássaros voavam
e como numa festa Aos bebedouros cheios de sede chegavam, Quanto mais a
luz do sol, mais pássaros Arrodeavam aqueles bebedouros No fundo repletos
de pequenos cristais.
A natureza plena e bela recebera o sol Com um
doce "bem vindo", bela anfitriã O sol em reciprocidade desejou-lhe lindo
dia E que não lhe tocassem de modo devastador Que a respeitassem com
muito fulgor.
Assim foi começando um lindo dia Com a linda luz do
Astro Rei Pássaros e borboletas bailavam E coloriam ainda mais aquele belo
quadro Parecia uma obra de arte em acabamento.
Acabamento dado pelo
Arquiteto do UNIVERSO Que com a luz natural que embalava a terra Confiou
ao homem um bem imprescindível Para a vida, para o homem
respirar...viver Mas o homem, esse arquiteto terreno
Não deu ouvidos a
voz do Arquiteto Mor E passou a transgredir, devastar a natureza Que
implorava por clemência pois ela queria Sua luz resplandecer, e ir aos quatro
cantos da terra Mas o homem fingiu-se surdo e devastou as
matas.
Aterrou os rios e ali fez sua moradia, mas o rio só
queria Correr e correr livremente margens a fora. Por quê o homem não
ouviu a voz do Senhor? E não se fez seu verdadeiro mordomo da
natureza? Como mestre o seu verdadeiro guardião.
É tão difícil assim,
cuidar bem de riqueza Cujo valor inestimável Ele nos confiou? Daquilo
que Deus nos presenteou graciosamente? Como consequência da maldade a terra
tremeu. Mas que seja o último fenômeno dessa natureza.
Ajude-nos Bom
Senhor nessa jornada Não nos deixe ferir ainda mais a Natureza, Para que
possamos ter a luz do sol a brilhar E que possamos ser a Luz do Mundo Como
assim é o vosso determinar.
Que nos amemos uns aos outros Podendo
assim refletir um pouco A luz que emana de Ti e do nosso interior E que
nos abençoe Senhor e Mestre.

06- Meu nome é Gea gina Meu nome
é Gea ou Terra se preferir. De onde vim não sei bem... Sou filha e
mãe e também possuo um pai do qual dependemos eu e meus
irmãos Ao seu redor giramos cada qual em seu ritmo e tempo
indeterminados em harmonia estamos na morada a que chamaram
Sistema... Daqui, avisto outros Sistemas, vizinhos de condomínio,
ao qual deram o nome de Galáxia... Interessante esse
nome... Parece-me há vários deles o nosso é Via Láctea... que também
gira e gira... sem nunca poder parar! Há pouco tempo
falaram-me que todos nós habitamos imenso espaço chamado, se não me
engano, Universo! Não sei se sou velha ou não mas cansada sei que
estou sinto dores musculares, ósseas e nevralgias, sofro de falta de
ar... Será que estou a morrer? A sede derrota-me água limpa
procuro e já não encontro mais... Um momento! Estou perdendo
equilíbrio, coração descompassado não tenho noção do tempo! Com
meus amigos trocava...brincava mesmo... Pensei que eram amigos, não
passam de parasitas de mim só querem proveito não me
cuidam pisoteiam-me sufocam-me assustam-me maltratam meu
coração! Parar de girar não posso! Assim como a bailarina rodopio
sem parar acompanho a melodia do Universo que já me custa
escutar... Sinto meu fim chegando de onde vim ignoro para onde
irei eu não sei Está frio... muito frio... Estou indo... Vou
me perder por aí... não sei qual será meu fim...
31 de janeiro de
2005

07- SOS na Terra ZecAdi = josé de avelar
Sob as nuvens de
pó e luição na cor cinza sem cor nem sabor qual formigas em sua
imensidão se aglomeram os humanos inda gente que um dia nesta Terra
herdada construiram seu lar - sua morada
Os Pacíficos e Atlanticos
oceanos que de peixes e outros seres mais ora abrigam em sua liquidez o
resultado da morte em vida no deserto de suas profundezas onde outrora era
tudo beleza
No passado quantos arcos-iris coloriam os espaços
celestiais Hoje os raios de luzes - sem luz riscam os céus de cinza
monocor sob os ruidos estridentes gritantes todos eles desprovidos de
amor...
Onde estão os pássaros que nos ares acordavam os mortais nas
manhãs com seus cantos, assovios e encantos e os animais que dividiam os
espaços com os homens em total harmonia Que saudades da noite... do
dia...
O que foi feito das Florestas Amazônicas que dos Mundos da
Terra - pulmão e as flores que coloriam as vidas pra onde foram? E agora -
onde estão? E quem sabe da vida marinha que nas terras dos mares - mais
tinha!
Onde estão as nossas crianças que sempre foram nossas
esperanças nos porvires depois do porvir... Pois parece que nos dias - sem
dia tudo é noite - no mais temível escuro - Era esse o nosso
futuro?
Ah! Me acorde Natureza-Mãe-Terra desse pesadelo que me
atormenta vê se manda para bem longe de mim esse sonho que parece sem
fim... E que esse meu pesadelo "medonho" tenha sido somente um
sonho!!! ... SOS na Terra... ...

08- GENTE planta
TERRA Célia Lamounier de Araújo
Não somos belas plantas... Somos
gente E é muito especial ser bela gente!
Plantas crescem plantadas...
gente não. Gente cresce livre e tem coração.
O vento brinca com
plantas... o vento amigo de todos... não tem
assento.
MAS...
Juntando vento, animal, gente e plantas estamos
cuidando de vidas... tantas
Que precisam de água e ar na TERRA. Gente
que pensa e anda... não faz guerra
Gente CUIDA do mundo e de
animais. Tudo junto... para viver bem
mais.
http://celialamounier.portalcen.org

09-
Plenitude Denise Figueiredo
Minha terra molhada, Gosto de capim
cheiroso. O rio eu toco com as mãos, As águas descendo pro riachão. Lá
bem longe ele vai... Depois de nas montanhas enroscar, Deságua no
rio-mar, Onde eu quero me banhar. Voltamos a nossa terra, O que vemos é
sonho e desejo. O rio que de gotas brotava, É puro pó de
serra.
Nem mata tem pra cobrir, A pureza dessas águas. Como a dama
que sem roupa, De vergonha quer fugir.
É gafanhoto nas roças, É
roceiro sem roça, É árvore que morre, Antes de pro céu
subir.
Homens que cortam meninas, Gravetos de pau ainda. Outras já
mães de mudas, A serra lhes torna surdas.
Desova peixes em redes, O
mar é negro de óleo, O sol faz mal em tocar, O vento não sopra,
mata.
O povo chora sem chuva, Molha de lágrima o chão. Perde-se o
planeta terra, Com tamanha
destruição.
http://www.recantodasletras.com.br/autores/denisefigueiredo

10-
Esfera... Milamarian
Esfera...o predador que rouba tua
pele desenraiza do nobre âmago o ponteiro e o escuro véu encobrindo o
mosteiro ao suspiro final, a si mesmo já compele.
Agoniza a ribeira,
pois a fonte já não canta o tratado!? engabelado senta hoje à
janela mirando o remanso que padece na mazela sucumbida a espécie por
aquele sacripanta.
Silenciosamente te encaminham ao caos num
desventurado rompante de inglória o joio lançado! em meio ao último
sarau!
E inconsistente...afundará assim tua existência enclausurada no
remendo frio da própria história no árido pó... lúgubre fel do mal e da
demência.
Japão - 23.02.2007

11- SOS PLANETA TERRA Mário Osny
Rosa De tudo, que já se falou Dessa horrível história. Esse
planeta mudou Para a maior inglória. Tudo virou destruição De
maneira desordenada. Com toda a emoção Por autoridade
autorizada. São guerras destruindo nações São etnias
desaparecendo. Por conta de tantas esganações Ninguém as vai
socorrendo. Esse pedido importante Desse SOS planeta. Emitido
nesse instante Que ninguém se meta. Que ele soe bem alto Chegue
logo no planalto. De o seu ultimato Tremendo aquele teatro. Pense
que o mundo é de todos Salvem a água e o ar bem natural. E nos tirem logo
desse lodo E nos livrai já desse grande mal. São José/SC, 23de
fevereiro de
2.007. morja@intergate.com.br www.mario.poetasadvogados.com.br

12-
O grito da natureza Giuseppe Martinelli O grito da Natureza ecoa pelo
ar, pede socorro para quem puder ouvir, está pedindo que parem de
destruir e preservem os mananciais, por favor, Com a ambição do homem
moderno, o que será das futuras gerações? Não existe mais respeito pela
vida, tampouco consciência do seu resultado... Ele esquece que assim
está condenando não só a si como os seus descendentes... Para salvar a
humanidade do extermínio, urge a necessidade de algum projeto... Os
gritos ecoam pelos rios abaixo, ecoam nas matas, ecoam nos mares; são
gritos tristes e de lamentações, avisando: os homens estão ficando
loucos... Loucura maior é dos governos poderosos, que exploram a
Terra e agora os céus; mandam foguetes em nome da tecnologia, enquanto na
Terra, há gente morrendo de fome... Constroem arsenais para fabricarem
armas, explodem bombas atômicas em alto-mar; não se dão conta que o clima
está mudando. Cuidado: a Natureza não se vinga, se
protege! Guarapuava, 18/12/2006

13- Sombra do sol Luiza de
Marillac Bessa Luna Michel
Se de tudo houvesse A mais louca
expressão Presente nas essências No meio do verão a primavera
Se de
todo poço intenso Pudores e crenças Águas correntes Da mais pura
fonte
Se de toda paixão O menor intocável gesto Identificado sem
dores Oxalá serenidade sem prantos
Se de cada verso Emanasse da
submersa alma Rei Sol não machucaria Rainha Lua se fartaria...
para
a ciranda em 23/02/2007

14- Amor de Mãe... Ramoore Tenho
andando em meios insólitos do descaso Encontrado sem o verde de minhas
esperanças No amarelo doentio de almas presas ao acaso Do desatino
colocado como destino em crenças Nos dogmas humanísticos apregoados sem
ter fé Da renovação que se faz presente a cada reflexão Procuro da verdade
compreender do andar a pé Sinto das pedras no caminho o tempo na
solidão Criando em marcas indeléveis do ato em pecado Nas juras
causando perjúrio deixo para o amanhã Procurar na areia os passos pisados de
um passado Já nem sei se ando ou tropeço em mãos sem afã Da
sobrevivência busco esquecer a dor da partilha Criada sem tributos gerando
atributos sem liberdade No livre arbítrio egoísta separado em distinta
malha Descubro da incapacidade na ação da tal sociedade Entre a Cruz
e a Espada eternizando dos descaminhos Isolando dos males e bens em
conquistas interiores O pulsar de minha vida tão contaminada de
espinhos Ainda deixo da flor enfeitar a mesa posta de horrores Da
degradação feita por suas mãos aceito da agressão No equilíbrio de minha
gestação estou sempre a parir De minhas contrações a vida renasce do sim e do
não Sempre permito ao renascimento o poder de decidir Da
transformação em nome do progresso sinto seu choro Do estar lado a lado com
olhos fechados não vejo da luz Faço do meu lamento o alerta de não agir sem
decoro Não julgo apenas preservo a vida que minha ética conduz E
lembre-se que continuarei viva em cada partícula Que você lançar ao
espaço E solta no espaço Continuarei gerando e parindo
você... Mãe-Terra.

15- Planeta Terra Marilena
Basso
Terra,Planeta terra, Feito redondo pra girar, Girar dia e
noite Noite e dia sem parar, Talvez para evitar Que as pessoas se
encontrem, Pois não falam a mesma língua, Não conjugam os mesmos
verbos, Enquanto uns oferecem amor Outros estão propensos a
matar.
Neste pequeno pedaço de chão, Onde me foi destinada a
morada, Vejo tudo se transformando: Dos cafezais já não temos as
flores, Nem abelhas recolhendo polen, Encontro imensos
canaviais, Portentosas queimadas noturnas, Muita fuligem no ar, O céu
azul se tornou cinzento, As nuvens se distanciaram Apagando o romantismo
pessoal. Descrença e pessimismo Ante a premeditada
devastação, Tudo se derruba, muito se consome, Nada é reposto em seu
lugar, Ah! Mas se a Terra Desse uma guinada de 360 graus, Quem sabe
derrubaria se sua órbita Esses charlatões aproveitadores, E aqui só
ficariam aqueles Que a amam e estão interessados Em sua recuperação e
conservação!
http://www.ocantinhodalena.com.br

16-
Desespero Humberto Soares Santa Que montanha pariu aquela fonte
? Que rio desce ali tão sinuoso ? Que água com um aspecto tão leitoso,
Rasga e fere a ravina ali defronte ? Que lixeira virá nascer no
monte ? Que demónio acabou o seu repouso Para matar o Sol e pra seu
gozo, Está a abrir prò inferno, nova ponte ? Que olhos vivem lavando
com seu pranto Os rostos dos meninos que não comem ? Que guerra se
inventou que por enquanto Nela, milhares de vidas se consomem ? O
Homem foi criado para ser santo Mas é o demónio - mor do próprio HOMEM
?! Cotovia, 2003-03-29

17- Água! Socorro! Machado de
Carlos
Navego pelas águas deste meu mundo... Setenta e cinco por
cento da natureza: - Há gases, sólidos, íons...Uma grandeza! Cento e
treze trilhões cúbicos profundos!
Nossos rios e mares seguem moribundos,
perderam seus estilos de pura nobreza, antes, eram poesia nos cantos de
Veneza, Hoje se afogam com resíduos imundos.
Sessenta e cinco por
cento do corpo humano É constituído de água. Não me engano! Porém,
estamos firmes na menor faceta.
Brasil: tens dezoito trilhões desta
vida, Mas, a baleia azul morre nesta bebida, Precisamos salvar o nosso
Planeta!...
http://ilove.terra.com.br/autores/TEXTO.ASP?idpi=1010

18-
Planeta Terra Thereza Mattos
Dádiva bendita construída por Deus num
momento de inspiração sublime agora estamos dizendo triste adeus como num
apocalíptico e trágico filme...
Tendo como teto um céu azul em todos
seus pontos cardeais norte, leste, oeste ou sul nosso planeta é belo
demais!
Mares verdes como esmeraldas onde navegam nossos sonhos
coloridos matas e florestas fechadas filtrando os ares que chegam
poluídos...
Terra fértil que nos alimenta água cristalina que nossa
sede sacia o Sol amigo que nos esquenta lindos animais e suas
crias....
Mas o homem insano, e sua ambição quer tudo isso destruir e
acabar Meus Deus, lhes dê de volta a razão e inspiração para no Bem
pensar!
Ainda é tempo, vamos nos unir vibrando muito Amor , Paz e
Luz voltaremos certamente a cantar e a sorrir sempre de mãos dadas com
Jesus!
http://www.planeta.terra.com.br.arte/magiaepoesia/

19-
Alerta Geral! S.O.S. PLANETA TERRA!... Maria Aparecida Macedo (Maria
Anjinha)
Vou dizer o que? Já sei :"Vou falar do Planeta
Terra"! Deus não tem culpa pelo que houve... Se foi Ele que nos deu essa
maravilha!
Natureza tão bela, castigada pelas mãos dos
homens. Homens que destroem tudo: Vejam !O nosso Planeta está
triste!
Todo mundo tirando um pedacinho dele ... Ele fica triste a
chorar, pois não dá mais de tanta maldade... Tudo de tão belo e
singelo, sendo destruído.
Como nossos pássaros, nossas Araras,
Bem-te-vis, Flores, enfim todos sendo maltratados pelas mãos
humanas...
Vamos nos unir! Dar um grito de alerta, pedir que
parem com essa destruição. Implorar ao nosso Pai, para que tome conta do
nosso Planeta Terra...
Uma coisa é certa. Deus não tem
culpa. Está mostrando o que pode acontecer, se continuarem destruindo
tudo o que está a frente. Alerta Geral ! Parem! Parem! Com essa
destruição!!!! HELP PARA O NOSSO PLANETA
TERRA...
Araruama/RJ_Brasil mar.araruama@uol.com.br www.recantodossonhos.com

20-
A Terra está morrendo! Raquel Caminha Matos (Lindinha) Escuto as
batidas do coração da terra. Escuto gritos pedindo para não
desmantelar. Escuto vozes aflitas dizendo não erra. Sinto que a terra está
com falta de ar. É um alerta avisando, estão matando os filhos seus. A
chuva são lágrimas dos anjos assistindo essa destruição, sentindo pena de
todos nós, que recebemos esse magnífico presente de Deus. O aumento da
temperatura, as chuvas caindo mais forte em certas regiões, o mar
revoltado. Tudo isso são conseqüências da ganância do homem. Sinto uma dor
no coração quando vejo na TV, notícia de desmatamento. Caminhões cheios
de madeiras retiradas do pulmão do nosso Brasil. Quantas queimadas por
maldade, e onde estão as autoridades nesse momento! Gente alerta! A
nossa terra está morrendo! Daqui mais uns anos não vamos ver mais jardins
floridos, gramas verdinhas, água cristalina, brisa suavemente batendo em
nossos rostos. Se continuar assim, vamos pedir para morrer, pois não vai
valer a pena viver. Alerta Mundo!

21- Gestação Vilmar
Pirituma Para te gerar em meu ventre Iluminei os céus, estruturei os
montes O meu canto ecoou em amor inconteste Tornei-me parte do sol para te
aquecer Pedi a lua para te inspirar: E tu vieste... Tornei-me
então com os anos A manifestação de um amor maior Um amor rico e
inconteste na verdade Espelhei em mim o intenso riso infantil A esperança
tranqüila da avançada idade A juventude que luta consciente Rompe
barreiras e abre caminhos Cortando atalhos , forte, feito o eterno Se
transformando para explodir e florir Mesmo o mais frio e intenso
inverno Esperei de ti a capacidade de valorizar O dom da vida que eu
te oferecia... O tudo mais lindo, o todo de mim Recebi de ti a inversão
dos fatos A real inconsistência da ganância sem fim. Espanto-me com
tamanho desespero Em que persisto em sobreviver Para que tu intensamente
vivas Mas tua mediocridade te faz esquecer Que condenas e enganas a ti
mesmo. Sinto contrações... Te clamo Por que insistes em abortar-te
de mim?... Eis me aqui. Porque te amo!

22- Terra, Patrimônio de
Todos Antonio Cícero da Silva
Terra patrimônio do povo E de todo
o mundo Mas existem muitos estorvos Prejudicam-na ao fundo.
Ao
prejudicar a Terra O homem se prejudica também Somos elementos da mesma
esfera E sofreremos pelo mesmo item.
Ao usarmos a consciência
Não desmatamos nem poluímos A Terra já está em decadência Mas ainda
está resistindo.
Mas até quando isso? A situação é caótica E com
terríveis gemidos A natureza muito chora.
A natureza agoniza e sofre
Pelos feitos de muitos homens Que aos seus intentos promovem Eles a
tudo consomem.
http://antoniocicerodasilva.blog.terra.com.br

23- Planeta Terra Lúcio Reis
Olhando do alto, dizem é azul
e lindo Observando mais de perto falam ser verde, magnifico Ainda das
nuvens, silencioso e majestoso Vivendo nele, a sensação da destruição A
fumaça indica, do fogo a ação O calor, consequência da árvore jogada ao
chão E nossos timpanos pela moto-serra a poluição Alertas são dados mas,
ninguem presta atenção Agora mesmo nesta ciranda que sai do coração Mais
um apelo: pelo amor de Deus, não façam isso não! Para enriquecer o homem
derruba a vegetação O calor derreterá as geleiras e vira a inundação Que
estupido! Com os bolsos cheios morrera pela degradação Incompreensível do
homem determinada ação Classificam-nos como racionais e inteligentes Será
mesmo que o somos? Nossas ações dizem sermos bobos e
inconsequentes Amealhamos riquezas, as vezes indecentes E esquecemos que
tumbas não aceitam cheques E que no além não há cartão de crédito E como
o calor é insuportável, precisaremos de leques.
Belém do
Pará_24/02/07

24- prenúncio joaquim evónio
o ser humano
esse louco nem merece a natureza
malbarata a prenda dada sempre a
tratou com desdém
já fez tanto ou tão pouco que a onda
alienada
com legítima crueza virá salvar sua mãe
Seja
bem-vindo ao meu site - Varanda das
Estrelícias www.joaquimevonio.com

25- Exílio...para onde? Guida
Linhares
Minha Terra perdeu as palmeiras e sabiás não tem onde
ficar. As aves que aqui sufocam, nem tem mais asas p`ra voar. Nossas
estrelas agonizam sem beleza. As várzeas há muito deixaram de florir. Os
bosques sofrem a erosão dos desmatamentos. E no ser humano falta amor pela
natureza. S.O.S.!!! PLANETA TERRA! Solidários na preocupação com o
futuro, nada mais será como antes. Mais tristeza encontramos em ver a
miséria das inconsciências, que não enxergam o mal ao planeta agonizante.
Estivesse aqui Gonçalves Dias, que chorou na Canção do Exílio, seu
degredo do país amado. Mais dor ainda sentiria, pois não haverá lugar para
o exilado, se o Planeta Terra chegar ao extermínio.
Santos/SP 24/02/07

26- Soneto do Fim Sandra
Ravanini Grassa a poeira e tal seca em meio ao cascalho, monturo é o
ocaso num pesadelo ocre, outrora o brio da lua, ora o céu grisalho, no afã
da doce água acorda a boca acre. A chaga esquiva do sol e a pele
exangue sorvendo a cal da herança e da astenia, sobrevivem a fome e a
morte do mangue, e a criança chora o valor da covardia. Morreram o
verde e todos os mananciais, foram embora as estações e a natureza tão
majestosa jaz, caiu sem nenhuma defesa. Calou-se o azul e em prece
sangra a tristeza cerrando pores-do-sol sem mares nem cais: resta da vida
a aridez, e já ninguém resta mais.

27- Futuro João Carlos
(Rother) O futuro são sombras do aparente, É a imagem solitária do
banal, Viver triste da poesia eloqüente, Enclausurada num mundo
irreal. Procuro plantar neste mundo Uma poesia que seja uma
flor, Retirando do abismo profundo A arte de semear muito amor. No
futuro não há noite, só a utopia. De figuras que vivem de fato. Panacéias
dos mitos da melancolia Que outrora viveram no anonimato. Meu mundo é
coberto de encantos, Não querendo ver florescer a maldade Acabar com
guerras, fome e prantos, Para neste jardim brotar a dignidade. Futuro
é uma caminhada errante Ao mundo que hoje é presente, Matando um passado
alucinante Para um futuro ortodoxo inexistente. Homem inescrupuloso e
imundo, Tentando matar meu lindo jasmim, Tua ganância deteriora meu
mundo, Quando pisas na beleza deste jardim. Futuro dos dias hoje
poderosos, Coabitando em delírios de loucura Da magia e fascínio
perniciosos, Esmagando a essência da ternura. Choro olhando meu
jardim infestado De botas, marcando o meu rosto aflito. Pranto que rega o
passar do soldado, Fazendo renascer o limbo maldito!
www.poetarebelde.com

28- Salvemos nosso dote Angela Maura - 11
anos
Nós recebemos um dote, mas ainda nos sabemos usufruir. Vemos a
vida de camarote, mas muitos só pensam em nela subir...
Talvez falte
consciência para o povo aprender que é com ética e coerência o melhor
jeito de viver...
Vamos nos juntar, então, nessa ciranda de
pedidos, para que eles não sejam em vão e apenas um desabafo de
amigos...
Salvemos o Planeta Terra enquanto ainda é tempo, nossa
vida pode tornar-se uma guerra, mas nós podemos dar um lindo
exemplo...
- São Paulo -

29- Salvemos o que resta! Fernando
Reis Costa
Ó Terra queimada, triste, já sem dono, Desprezada pelo
homem ambicioso, Que destrói a camada de ozono, E te maltrata em ciclo
vicioso!
Ó Terra maltratada, só carbono! Como podes no futuro dar
repouso Aos que vierem depois deste abandono Se o homem continuar com este
gozo ?...
Abre os teus olhos, ó destruidor! Defende os teus netos e os
vindouros; Semeia, em vez de carbono...o amor!...
Ainda que pouco
reste além da dor, Salva, do que temos, os tesouros Deste Planeta Terra
sofredor !...
Coimbra, 24. Fev.2007

30- O Predador Margaret
Pelicano
A Terra em dor atroz regurgita! Há um cheiro fétido no
ar! Em nojo a vida azucrinada grita: Onde está a inocência? Em que
outro planeta foi se abrigar?
E do vômito, os mares se
agigantam, os incêncios nas florestas se espalham, amontoam-se garrafas,
latas, e lixo a reciclar... ...e os animais fogem deste horror...
é o
futuro gritando o absurdo de seres, que de tão especiais, perderam o
rumo, mataram as ideias geniais para destruírem o Planeta e outros
mais...
Antevisão! Tivesse a Terra em sonhos se apavorado, e antes
que o grande predador surgisse, Ela ardilosa houvesse pensado e
definitivamente este filho abortado!
Brasília - 24/02/2007

31- Sou
o Planeta Terra pedindo socorro... S.Bernardelli
Planeta
Terra... Que abriga, abraça, aconchega todos os homens. A natureza
lhe pede socorro... Como posso abrigá-lo e trazer-lhes o descanso natural
entre ás árvores; como posso trazer o alimento; como os pássaros farão
seus ninhos e sustentar-se dos mais doces frutos entre os belos arbustos;
como posso trazer-lhes a beleza? A água lhe pede socorro... Como
saciar a sede do animal indefeso,do pássaro que canta a cada amanhã; como
posso saciar sua sede, se me mata cada dia? Eu era forte, hoje estou
enfraquecida, doente... Fui encatamento, hoje sou um problema... O que
fizeram de mim? Hoje somente sou lágrimas... Derrubam minhas árvores;
queimam minhas matas; contaminam meus seus rios; enfurecem o meu mar;
Escurecem o meu céu. Eu planeta Terra te peço socorro, pois a
natureza embravecida chama o vento que em fúria forma furacões, pede ao mar
que se revolte e contra ataque, pede chuvas torrenciais, chama o sol para
queimar as minhas terras e tudo isso, só para mostrar a vocês Homens o
quanto que sofro... Houve um tempo que eu me sentia mais respeitado...
Sinto-me esmorecendo a cada dia, como se arrancasse minha
alma...... Se ainda sobrevivo é porque ainda encontro forças No brilho
nas estrelas. Quero acreditar nos bons habitantes do meu planeta,
Quero acreditar que haja esperança...
Sou o Planeta Terra pedindo
socorro... Não quero ser considerado um verme enfermo sujo, E nem tão
pouco triste poeira como a imagem Verônica de
Cristo.
24/2/2007 www.sberanrdelli.net

32- S.O.S. Planeta
Tierra ©Noris Roberts
No dejes morir la naturaleza… El hombre con
bestial fiereza tala día a día su esencia pisoteando las flores, la
esperanza, el rumor de sus montañas. No dejes morir la
naturaleza… Preservemos el entorno natural de los sentimientos inhumano
que impone la sociedad. Oscuras sus ramas lloran con ansiedad. Han quedado
huérfanos los trinos de las aves al pasar, con su himno quieren su sed
mitigar. Es un canto prisioneros pidiendo piedad. Languidece la flor que
mira con ansiedad la tierra llorar…con temor, con locura, con los anudados
llantos que golpean su ternura. No dejes morir la naturaleza… ella es
prosa, poesía. Rosa llena de algarabía. Milagrosamente perfecta… creada
por Dios con el gesto del amor. No dejes morir la naturaleza… Hagamos
un intento por salvar el planeta.
32- S.O.S. Planeta Terra ©Noris
Roberts
Não deixes morrer a natureza… O homem com bestial fiereza
devasta dia a dia sua essência pisoteando as flores, a esperança,o rumor de
suas montanhas. Não deixes morrer a natureza… Preservemos o meio natural
dos sentimentos desumano que impõe a sociedade. Escuras seus ramos choram com
ansiedade. Ficaram órfãos os trinos das aves ao passar,com seu hino querem
seu sede mitigar. É um canto prisioneiros pedindo piedade. Languidece a
flor que olha com ansiedadea terra chorar… com temor, com loucura,com os
anudados prantos que golpeiam sua ternura. Não deixes morrer a
natureza… ela é prosa, poesia. Rosa cheia de algaravia. Milagrosamente
perfeita… criada por Deus com o gesto do amor. Não deixes morrer a
natureza… Façamos uma tentativa por salvar o planeta.

33- S.O.S!
S.O.S! Ana Clara Ribeiro Clamor da terra mãe apelo de mil
vozes no espaço a ressoar. Irmão, onde estás, não ouves este
clamor? São gritos retumbantes no silêncio ecoantes o planeta está
doente terra-mãe, agonizante chora dores chora amores chora, também,
por ti. Que fazes, oh! meu irmão no redemoinho da vida? Queimas
campos derrubas matas gastas águas poluis o rio e, sem querer, já
sabendo, tua pousada desgraças a natureza devastas. s.o.s!
s.o.s! Atende, meu irmão terra-mãe a implorar abre os olhos, ainda há
tempo terra-mãe, enfraquecida, se esvai, clamando por
ti!

34- Terra: Volnei Rijo Braga
Senhor como eu
gostaria que o homem fosse diferente que o homem visse na terra a
fonte que alimenta nossas vidas Senhor, como eu gostaria que o
homem cuidasse da terra com o mesmo esmero com que ele cuida cada arma
que fabrica Senhor, como eu gostaria que o homem cuidasse da terra
com a mesma eficácia que ele planeja suas guerras Senhor, eu
queria ver na mão do homem uma flor em vez de uma bomba, que o lápis que
desenha uma arma desenhasse um coração, escrevesse uma poesia. para que
eu não tenha que implorar e rezar pelo nosso planeta para que ele
continue brilhando em nosso universo...
Balneário dos Prazeres:
24//02/2007 www.recantodasletras.com.br/autores/barba

35- Alma Viva,
Planeta Morto Nilton Nallim Ferreira
Como podemos conceber Que se
mate um planeta Onde Almas Imortais ali estão. Dá-se valor aos objetos
perecíveis, Enquanto não se valoriza o que é perene.
Come-se e bebe-se
venenos Por que dá mais lucro aos produtores. Doenças novas
aparecem... A medicina enriquece... O povo empobrece.
Ah que bom
seria Se utilizássemos sabiamente nosso livre arbítrio Preservando a
natureza criada por Deus... Dando mais valor a vida E vivendo realmente
feliz.
www.nallim.com

36- Grito de alerta Gena
Maria
Deixem os verdes das matas viverem e crescerem sempre! Não
destruam o ar que respiramos... Deus fez o homem ,entre árvores e
flores... e aí assim, o sexo nasceu entre os pecadores! Agora ,querem
transformar o paraíso em chama viva homens ,não queiram viver no inferno aqui
mesmo nesta terra, onde se vive no paraíso, entre aspas... temos o
livre-arbítrio, saibamos usá-lo em favor de nossos filhos e netos! Deixem
a natureza viver e florir sempre ouçam o meu grito de alerta!
Marília
- SP

37- SOS, É DA TERRA! Carvalho Branco Já nem sei quem
sou, não mais me reconheço... Antes, era jovem, tão bela, radiante... Bem
me recordo de tudo no começo! Coberta por um verde exuberante, Um ar
bem mais puro na minha atmosfera... As águas me banhavam, tanta
fartura! Viviam fortes animais e homens-fera, Entre os instintos havia
mais ternura! Hoje, tudo mudou, veio o tal progresso, Mas minha vida
reverteu, é o inverso... Preservem matas, águas, ar; sinto:
morro! Por que serão os homens assim tão loucos? Pois os de visão
são, em geral, uns poucos... Salvem-me a vida, nossa vida,
SOCORRO!

38- Eu Gaia Soaroir Maria de Campos
Na ciência
despertei da evolução que hoje busca no espaço filial. De Deus sou
celestial criação para os seres vivos um quintal. Sou azul, já fui
fértil e lata, abandonada, jogada num tipiti, extraíram minhas
riquezas dos solos onde eu vos acolhi. Embalada nos lixos da
evolução me sufoco, asfixiada morro. Ameaça toda essa
devastação, carecer mais de socorro Com a incúria então me debato;
não abdico, excedo pra me acudir. Desenraizada pereço, me desato... em
lágrimas onde vou submergir. Censuram enquanto desenlaço, retumbam
gritos que morro; eu guincho enquanto desfaleço, esperando de todos o
socorro. Não basta somente a caneta ou uma pena coativa. Protejam
a Gaia,o Planeta impetrante nesta ação coletiva. Fev.
25/2/07 http://bruxa-onilda-da-galia.blogspot.com/ http://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

39-
Revolta da Natureza Marcial Salaverry
Vemos a revolta da
Natureza, quando os homens seguem sua natureza, e estão acabando com sua
vida e sua beleza... Tsunamis, enchentes, furacões, tornados, maremotos,
vulcões... As coisas acontecem, milhares perecem... Não há que se
buscar causas, o porque aconteceu... Se foi ira divina, ou revolta da
Natureza... Talvez o grande culpado, sejamos nós, pela falta de
cuidado, deixando a mata queimada, a Natureza devastada... É natural
essa reação, que não admite contestação... O certo é que o bicho homem
só aprenderá, quando tudo terminará... E aí... será tarde
demais... A vida no Planeta Terra, assim se encerra... E o Amigão terá
que tudo recomeçar... Mas... barro de melhor qualidade deverá
usar...

40- Árvore Sagrada Malu Otero Uma existência
centenária levou-me a presenciar Mudanças no curso dos rios e qualidade do
solo Também houve uma elevação no nível do mar E o derretimento da neves
que cobrem o pólo Na Terra nada escapa, nem a qualidade do ar Que
converte o verde em cinza, de forma veloz Eu, antes sagrada, protetora do
homem e seu lar Sou transformada em carvão, que destino atroz Um dia
perceberás que assim tu ceifas a vida Mas se isso demorar, pode já não haver
volta Acorda logo e preserva, essa é a tua garantia O homem primitivo
me considerava sagrada Deixa de derrubar a mata, esse machado solta Ou
voltarás ao pó e serás outra vez NADA Assis
– São Paulo - BRASIL 07/02/2007

41- Ainda há esperança Marineusa
Santana
A terra foi criada por Deus E nos foi doada por
amor Devemos por ela zelar Como deseja o Senhor
O homem na sua
ganância Vive sempre a poluir Sem mesmo se dar conta Que está a se
destruir
Os rios são poluídos As matas derrubadas Os animais
desaparecem Digamos "não" às queimadas
Com o nosso
testemunho Eduquemos as crianças A Terra pede socorro Ainda há
esperanças.
Brejo
Santo-CE. www.marineusantana.recantodasletras.com.br

42-
Aridez Nadir A D'Onofrio
O homem já consegue prever O que vai
acontecer no planeta Mas insensato, continua depredar Esquece que o berço
da civilização É o mesmo, das futuras gerações... Que herança desastrosa
deixaremos À esses infelizes irmãos.... Nós tivemos mares,
montanhas Chuva, neve, vegetação Canyons, rios, cachoeiras Flores,
frutas, cereais Oxigênio para respirar! À eles o que restará? A não ser
aridez....
29/01/2007 23h30 Santos SP

43- Planeta
Terra Tarcísio R. Costa
A terra tão bela, Um obra d'arte do
Criador, Foi talvez o Seu projeto feito com mais amor. Ao fazê-la Ele se
situou como um esteta, Ao fazer os oceanos, os rios, as matas As aves,
essa combinação de cores, Ele se dignou ser um poeta...
Para
complementar essa jóia Deus criou o homem à sua imagem, Fez a mulher e
deu-lhes amor no coração, Deu aos dois plena e absoluta liberdade, E
sugeriu a sua multiplicação...
Hoje a terra geme, As matas estão
destruídas, A atmosfera está cheia de gases, Veio a fase da avançada
tecnologia, O homem explora e altera átono Numa tenebrosa
preparação Para o apocalipse final, Da sua auto-destrição.
O homem
perdeu o sentido da vida, Invadiu-lhe um estado de
inclemência, Digladiam-se como irracionais, Numa inominável
violência...
Tsunamis, guerras, enchentes,destruição... O que nos
entristece e causa dor, É que é o homem, feito à imagem do Criador, Usando
da liberdade que lhe foi outorgada Ele é o único responsável, ele é o
destruidor, Ele falta respeito à obra de Deus Que lhe foi dada com tanto
amor.
Brasílai, 25/02/07

44- Havia... Joaquim
Sustelo
Havia uma floresta densa e verde Que o vento balouçava de
caminho Num gesto de quem ama e nunca perde De dar, sempre que passa, o
seu carinho. Havia um bando de aves, o chilreio Que mergulhava o
espaço em melodia; Um rio de águas claras pelo meio Entoando outra canção
em sintonia. Havia um campo vasto onde a semente Crescia pela força
do seu chão; Apenas chuva e sol como presente E dando com amor um fruto
são. Havia um céu azul onde as estrelas À noite cintilavam com
esplendor; E as nuvens recortavam entre elas Os quadros deslumbrantes de
um pintor. Havia um Mundo-Terra que girava A namorar o sol, em
estado puro; E todo o ser vivente então achava A Terra um paraíso, com
futuro. Porém chegou o homem. Inconstância Em gestos que eram ódios…
ambições... A fúria desmedida e a ganância Que tem o alvo posto nos
cifrões! Atira-se à floresta, faz o corte Destrói a bel-prazer e
negoceia... E sem notar que traça a própria morte O que inda dela resta,
incendeia! Nessa ambição-loucura que o anima Conspurca o céu azul, o
ambiente... As cores viram cinza, muda o clima O rio vai poluído na
corrente... Por via de um pensar que é tão pequeno Agora em toda a
parte o perigo espreita; Os frutos são colhidos com veneno E o homem sofre
efeitos da maleita. Das fábricas se eleva o negro fumo Sem respeitar
limites, convenções... Depois o nuclear… piora o rumo Desastres que
mutilam multidões! Ó gente que em postura tão nefasta Destrói sem ter
noção desse valor! É tempo de parar, de dizer basta! Ficando a Terra um
ermo, pobre e gasta Teremos nossa noite sem alvor…

45- Para
pensar Gui Oliva
És um Planeta na forma de uma esfera e mansamente
giras no teu próprio eixo, o Sol com calor te beija oh! MãeTerra, a Lua
à noite cuida dos teus sonhos com desvelo
vestes, através da Natureza, o
amor que esparramas tuas naturais belezas, o trinar dos passarinhos, o
perfume das flores, teus rios, cascatas e montanhas teus mares e teu ar
puro... são o melhor do teu carinho
mas teus filhos que recebem a atenção
de tanto amor, estão distraídos e podem até ser definidos como
ingratos, porque estão usufruindo o amor materno aos trancos e
barrancos
e não se dão conta de que agridem, sem qualquer pudor, o
próprio ventre da Terra Mãe que os gerou, e a ela dão maltratos, e será
muito tarde, ao acordarem com o castigo, aos solavancos!
Santos/SP
25/02/07

46- Chora o sol Naidaterra
Ainda que brilhe a chama do
Sol sobre a terra, a água, os mares e as campinas, te sinto
triste amigo meu... No teu apogeu, te louvo e te peço calor necessário
para ajudar as sementes a serem fertilizadas... Mas não vigam como
outrora é por isso que chora? Teus raios estão machucando a terra, os
seres viventes e a mãe natureza está se perdendo, morrendo... Não é culpa
sua amigo Sol! A culpa é de uma tal madame que se chama poluição que o
homem produz com a mãos e sopra no ar envenenando a proteção divina da
nossa mãe terra... Por conta desta praga, teus raios não chegam com
equilíbrio necessário e acabam provocando desequlíbrio na fauna, na vida
que é o nosso bem maior... Talvez, eu tenha que ver você meu bom amigo,
chorar mais e mais... Talvez, eu mesma seja morta pelos teus raios um dia,
mas não vou te culpar e não quero que se sinta culpado por ter tirado a
minha vida... Antes disso, sem desitência ou fadiga, lutarei pela
dignidade e vida do meu planeta... Mas se eu não conseguir, não se
sinta culpado nunca, por uma
inevitável extinção...
25/02/2007

47- S.O.S
Planeta! Bernardino Matos. S.O.S. planeta, é um apelo
sofrido, num mundo desiludido, num triste som de retreta. Deus
criou o universo, e o fez com perfeição, e sua destruição, resulta de
um ato perverso. Deus dotou a natureza, de riquezas
fascinantes, de renovações constantes, deu ao homem realeza. E
esse lindo presente, está sendo destruído, dinamitado, explodido, por
um ser inconsciente. Damos um passo à frente, com o progresso da
ciência, e através da violência, recuamos,de repente. Os Rios são
poluídos, a camada de ozônio, tratada de modo errôneo, nos deixa
desprotegidos; As florestas devastadas, as guerras destroem
tudo, o sofrimento é agudo, populações dizimadas. Como mudar tudo
isso, há sempre uma saída, pra dá espaço pra vida, é nosso o
compromisso. O processo de mudança, é lento, mas progressivo, e é
sempre remissivo, ao amor, única esperança. Essa mudança é na
alma, floresce com o perdão, consolida a emoção, traz união e
acalma. Se tivermos a coragem, de em nosso interior, abrigarmos o
amor, há de soprar outra aragem. Fortaleza, 25/02/07

48- O
que se ganha? Ibnéias Costa da Silva.
Por que mandar? Por que
destruir? O que se ganha Declarando guerra Ao mundo todo?
Por
que ser estúpido? Por que ser egoísta? O que se ganha Crescendo a
economia Acabando com o verde?
O homem precisa Aprender a
exercitar Um sentimento simples: Viver Como se fossem irmãos.
Se
asim não fizer, Muito em breve Irá perceber, Com altos custos
que, Pode ser tarde demais.

49- Terra Heloisa Freitas Abrahão
meu amado planeta foste criado com tanta perfeição Hoje chora tanta
poluição. Por que dessa crueldade? Acaso não percebe a humanidade a própria
destruíção? O sangue verde escorre nas matas...a agua soluça nos rios... O
homem brinca de DEUS, mata, desmata, extingue...polui. Sem razão, sem pudor,
sem ética, sem amor. Poder? Tudo será cobrado e o homem hipócrita e
desleal Ainda perguntará: -Meu DEUS o que fiz?

50- O Maior Inimigo
da Terra Pedrinho Goltara
Não sei como consegue Destruir tão
rapidamente, O Homem com a ganância É o animal mais prepotente, O maior
inimigo da Terra O ser que se diz inteligente!
Destrói florestas
inteiras Acaba com os animais, Reclama do clima maluco Não é mais como
tempos atrás, Até aquelas quatro estações Hoje estão todas
anormais!
Esse tal de bicho Homem Diz que tá se
conscientizando, Mas, continua nas cidades, Muito lixo nos valões
jogando E todo dia se vê até na TV, O danado só desmatando!
Eu sou
mesmo revoltado Pois não gosto de sujeira, As pessoas, até lá na
praia, Bem próximas de uma lixeira, Jogam suas sobras na areia Educação
deve ser coisa feia Pra quem gosta de nojeira!!!
Goltara-
25/02/2007- 23:23 k

51- Estamos fritos. Beatriz
Kappke
Estamos fritos! O Planeta foi ferido. E agora José? O que
fazer diante deste dilema? Terremotos, degelo, camada de
ozônio, calor nos
oceanos, tempestades, furacões, tornados, secas inundações! Nada
disso é natural. O desequilíbrio é total. Alguém tem que ceder, O lucro
esquecer. Responsabilidades assumir Ações ambientais para intervir. É
hora de agir!!! Temos que acordar! É preciso se mexer As fontes de vida
resgatar O plano da criação salvar! Eu posso. Tu podes! Ele(a)
pode! NÓS PODEMOS ! Todos juntos. Ainda há tempo De alterar o
trágico drama Para mudar este panorama ! (Escrito para Ciranda S.O.S
Planeta, em 23/02/07.)
http://www.beatrizkappke.com

52- Males
do Século XXI - Protesto contra a Morte do Planeta Terra! Ricardo De
Benedictis
Lamentos do poeta a todas as agressões contra a Natureza,
contra os bens naturais, os direitos humanos, os direitos à saúde e à
vida e a obrigação de deixarmos espaços saudáveis para que nossos sucessores
possam viver num mundo melhor. Uma utopia em pleno século XXI. Está na
hora de se fazer um novo RENASCIMENTO nas Artes em geral, na Cultura e nos
Costumes!
A enguia-tubarão Aparece no Japão Em tempo de
dinossauros. No Brasil, volta o sarampo Há muito fora de campo Apagando
Alfa Centauros!
Varíola e Catapora Há muito que foram
embora Deixando-nos livre a área. E nos chegam outras doenças Entre
malfadadas crenças Lepra, Dengue e Malária!
A AIDS que foi
criada Por uma besta quadrada Visando ganhar dinheiro, Produto da
Sodomia É pior que a Leucemia E consome o Mundo inteiro!
O Câncer,
grande flagelo É um terror paralelo. A família e o doente Não querem
dele falar Pois temem pronunciar E ficarem dependentes!
Afinal, os
grandes males São produzidos nos vales Da mente do predador. Sem falar
na Radiação Que é fruto dessa ambição E nos causa tanto horror!
O
Planeta está morrendo, Mas o homem não está vendo No futuro essa
desgraça! Cegos, surdos, mudos, loucos, Todos os apelos são
poucos Ninguém está aí pra a ameaça!
Quando a tecnologia Pela vida
deveria Fazer toda a diferença, Vem o interesse infernal, Tudo pelo vil
metal, Em cada mente u´a sentença!!!

53- O que será do
Planeta? Sueli do Espírito Santo
Com um triste e sombrio futuro os
seres vivos rumam para o nada por causa da natureza devastada o planeta
está ficando todo escuro
No escuro muitos seres já doentes alguns
mortos, outros moribundos a terra, o ar, o mar, todos imundos imundície
ataca os sobreviventes
O meio ambiente está intranqüilo pois o planeta
está perdendo vigor são poucos os que lhe dão valor da catástrofe quem vai
redimi-lo?
http://www.sue2001.recantodasletras.com.br

54-
Nosso Planeta Sá de Freitas
Está, nosso Planeta, agonizante! Seu
fim, a todos nós, causa ansiedade... Pois pode estar bem perto ou bem
distante: Dependendo do agir da humanidade.
E o homem, inconseqüente,
continua, Sua devasta por ganância cega: E quando advertido ainda
nega, Que deixa a Terra de recursos, nua.
Ah! Vasta ignorância que
perdura! Que falta de consciência e de cultura! Que ausência de amor ao
próprio lar.
E logo a sede se fará presente; Virão doenças, fome e,
de repente, Nem ar teremos para respirar.
http://sadefreitaspoesias.sites.uol.com.br/index.htm

55-
Mãe-terra! Regina Coeli Rebelo Rocha (RJ)
Ah, eu te vejo tão
espoliada, insultada, magoada, mal-cuidada, sofrida... Tu, que és o lar
de nossa Vida, expões-nos as tuas feridas necrosadas...
Pergunto, o
que será de nós, o que? Se a mãe adoece e padece, se o filho em cegueira
embrutece, não é preciso saber muito pra dizer...
Teus rios e mares
são o teu sangue... ... em veias agonizantes num corpo solapado... Se
secam esses vasos adoentados, é como se os homens ficassem
exangues...
Ah, Mãe-Terra, tão cantada em versos pelo Poeta que
assiste à tua morte lenta... Poeta que antevê uma humanidade de tudo
sedenta, ao te impingirem maus tratos os mais diversos...
Tuas
florestas vão morrendo aos pouquinhos, derrubadas pela cegueira da
irracionalidade; teu árido chão racha de dor e de saudade das árvores onde
os pássaros fizeram ninhos...
Sem árvores, o ar tosse sua
doença... Desassombreado e não-filtrado, o verde da esperança dá lugar ao
acizentado... É a morte que chega, agourenta...
Ah, Mãe-terra,
planeta azul no firmamento... Por conta de suas águas, pareces
fulgurante... Lá do espaço, quem te vê fica exultante, mas de perto é que
se ouvem os teus lamentos...
O que reserva o futuro aos filhos da
Terra? Ou já terá chegado esse futuro sombrio? Vai tombando a vida no
adeus de cada rio, de cada árvore, na agonia que a morte encerra...
O
que fará o homem pra matar a sua sede? Como ficarão os pulmões do homem de
adiante? Parentes nossos, ainda que distantes, não saberão o que é um
peixe caindo na rede...
Ah, Mãe-Terra, que tristeza eu sinto... Sei da
Vida que tu tens, pois é muito o que nos dás... Somos todos teus filhos,
surdos aos teus ais e pintamos o teu fim com tons vivos de sangue
tinto...
De que servirão ao homem todos os prazeres, todos os
banquetes, as farras e as orgias, por conta de tanta atrocidade perpetrada à
luz do dia ou à noite, em total desatenção aos seus deveres...
Se
desaparecem os riachos murmurantes, o frescor da sombra e o desabrochar das
flores nos campos que encarnam lindos amores, perecerâo formas de poesia
no coração dos amantes...
Ah, Mãe-Terra... E o doce assovio do vento,
o aroma perfumado do pinheiro... Que brisa tocará os rostos num prazer
por inteiro, se o ar é podre e se esvai como líquido
purulento...
Todos armados, com más atitudes ou com... nada... Um
nada que ajuda a capar, sujar, subtrair, devastar, depredar e
extinguir, sugando da Mãe-Terra a seiva que a mantém animada...
O
apetite voraz do Homem a Terra arrasará... Os verdes prados e as belas
campinas virarão deserto, terra que não germina... Um índio americano
previu... e tal se cumprirá!...
Ah, Mãe-Terra cuja idade não
sei... Teu é o sopro maior da Vida que se irradia no chão, no ar, no mar,
na noite ou no dia... Tu és a Mãe-Bendita, tu és a suprema
Lei!...
Quando o Homem chegou, a Terra já existia; então, ele é filho
dela e a ela deve respeito... O pulsar da Terra está vivo em cada
peito, pois é ela a tecedeira que cada fio fia...
E então, tudo o que
acontecer à Terra, nossa Mãe bendita, acontecerá, também, àqueles que são
seus filhos... ... nós... E nós pereceremos, a perecerem os rios, mares,
florestas, animais, chão e ar... nossa desdita!
Ah, e o Homem provará do
seu veneno... ... de ter olhos, mas não querer ver... De ter a percepção,
mas não querer perceber... A Terra é um Grande Bem, mas ele a torna um bem
pequeno...
E o Homem torrará sob o sol inclemente, por conta de suas
agressões ao ecossistema... E torrará tudo à sua volta, trazendo para si
atroz dilema: que vida será essa que em vez de dar, depena?
Mas é a
vida que o Homem escolheu levar, desrespeitando a Criação em sua
primazia... Se retiramos, temos que repor, tão simples
filosofia... Inteligência não é sabedoria, há que se
acrescentar...
Homem, a vida é uma grande rede, pensa nisso, em que
tudo se interliga e é interdependente... Desabe a estrutura que te sustenta,
ser inteligente, e tua inteligência junto contigo terá sumiço...
Acerta, Homem, os teus atos irresponsáveis! Cuida aquela que te
alimenta e te sustenta! Respeita a Terra-Planeta, a Mãe que morre...
lenta, mas que, antes, há de enterrar seus assassinos miseráveis!...

56- Não me matem! Eda Carneiro da Rocha
Não! Não me
matem! Preciso viver! Tenho vida, sentimentos, braços que
abraçam, água pura a ser refeita, florestas a serem
reconstruídas!
Plantem-me! Tornem-me árvores, vida, solução,
amor!
Peço-lhes, em SOS! Acudam-me, não quero morrer, pois
preciso viver, para lhes dar vida, Paz, no Planeta.
Homens,
mulheres,crianças, seres da floresta, venham, todos, acorrei não quero
morrer, preciso apenas VIVER!

57- Ser, Nascer, Viver, Estar,
Ficar...Partir!! Thais S Francisco _ "Beijaflor"
Ser, neste mistério
da vida, buscando explicações, para o estar.. procurando chegar ao Eu
absoluto, para tentar entender da vida o porquê!
Nascer, chegar para a
luz do mundo como um pequenino e frágil pedacinho do Cosmo sem nada saber,
sem nada entender, mas desde então, em busca do aconchêgo, do carinho, do
calor humano e do Amor..!
Viver, engatinhando pela vida, aprendendo até
mesmo a ser, ser o que? quem? como? para quê? E vamos aprendendo que
fazemos parte de um contexto da vida que gira no Cosmo, entre todos os
átomos, no equilibrio, "yang - yin" o sim e o não, o mal e o bem, o ser e não
ser, VIVER...
Estar, entre todos os demais seres do Planeta, envolvidos
entre reinos: humano, animal, mineral, vegetal; no equilíbrio de cada
ciclo, de cada momento em que respiramos o Ar que nos permite ser, mas
que devemos respeitar cada estágio. O nosso humano, entre sentimentos que
muitas vezes não sabemos lidar, e então começam nossas buscas, nossas
carências, nosso buscar quem poderá caminhar lado a lado, para o equilibrio
do Estar...
Ficar, neste Planeta que nos é oferecido, com todos os
recursos para a sobrevivência, teremos que saber cuidar para continuar a
ter, para poder ser, estar e ficar... Fazemos parte de todo este contexto da
EXISTÊNCIA, buscas eternas continuarão dentro de cada um, até mesmo do ser
que nos dará aquele AMOR que precisamos tanto, e que não podemos esquecer que
deve também ser retribuído na medida do equilíbrio para se poder viver,
estar, ficar e dar continuidade à VIDA, mostrando aos que ainda virão, os
caminhos a seguir.
Partir... sim, um dia, mas tendo deixado suas marcas,
suas pegadas, indicando os caminhos do equilibrio do Cosmo, do qual
fazemos parte, como simples e pequeninos átomos, mas cada um na sua devida
importância.
Nascer...Viver... Ser... Estar...Ficar e Partir, este é o
ciclo da VIDA!!!
"Se cuidarmos com zêlo, desta Mãe Terra que nos
abriga!!!"

58- Terra, Andréia Cristina Guadagnin Sobre nossos
olhos, acaba-se a vida. Não há mais respeito, não há cuidado Não há
consciência, não respeitam a natureza. Os homens acham que estão
progredindo Pensam que seus sonhos, se fazem sucesso. O homem não pensa,
nem imagina.... Que a nossa terra irá morrer... Vivem no presente,
destruindo a vida. Amanhã não existirá, não haverá futuro. Mas, o que é a
vida, se não houver esperança! Que o homem se canse de destruir nosso
chão Que ainda há tempo para recomeçar Chega de desrespeito, de
destruição. Viva a Natureza, essa sim é nossa grande
construção.
www.andreiacristinaguadagnin.blogspot.com www.sentimentos-meus.blogspot.com

59-
Pacote de presente... Glosando A A de Assis Gislaine Canales
Mote:
Deus fez a terra...e, ao fazê-la, deu-lhe o toque
comovente: Fez o céu para envolvê-la num pacote de presente! Deus
fez a terra...e, ao fazê-la, usou todo o seu amor, e essa alegria de
tê-la, eu agradeço ao Senhor! E na sua criação, deu-lhe o toque
comovente: criou em nós, a emoção, que nos faz muito mais
gente! Deus criou também, a estrela dando-lhe luz especial, fez o
céu para envolvê-la numa obra divinal. Tanta beleza se encerra num
universo esplendente, e, pôs nele, então, a terra, num pacote de
presente!
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60- S.O.S Planeta Giovânia
Correia
Um grito pôde se ouvir. No meio da escuridão. Uiva e chora
a mãe natureza. Por tanta ingratidão... Pede socorro o planeta. Mas
tudo fica em vão. O homem não quer saber. Já não pensa com o coração. E
a mãe natureza oprimida. Chora a cruel realidade. Pois ama muito cada
vida. E sofre com tanta imparcialidade. E o planeta levanta a bandeira de
S.O.S. Avisando-nos da insana devastação. Mas o homem parece também não
ter olhos. E tudo vai ficando em vão... Aonde chagaremos por fim? O que
o homem quer encontrar? Talvez a sua própria morte. Pois já a sente, o
sufocar. O homem acha-se tão grande. Pois mil descobertas fez. Porém
não conseguiu ainda enxergar. O tamanho da sua pequenez. E assim vamos
ficando. Num futuro meio incerto. Tomara que o homem se conheça. E
chegue de Deus mais perto.
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61- Eu vi o
bicho homem Cel (Cecília Carvalho)
... eu vi, os olhos rasgados da
mata, ardendo, queimando, pegando fogo ... ... eu vi, havia uma índia
chorando, soluçando, ao lado de sua tenda ...... eu vi, não havia
chuva, nem água de rio, só lágrimas e choro vazio ... ... eu
vi, parecia alguém cantando, era um canto suave e doído, rasgava o
silêncio da mata, queimava imolava vidas folhas que se
contorciam galhos que viravam cinzas em algum lugar, um coração
demente sorrindo, de gente ... Gente ? Não, era de um bicho, homem
!
*** Labirintos da Alma *** Cel (Cecília Carvalho)

62- Morre
a Mãe Terra... Rosa Regis
Morrem os peixes em águas
poluídas; Desmatamento e queima matam animais! É o homem agindo mal,
ceifando vidas, Sem lembrar que a sua vai com as demais.
As espécies
animais estão diminuindo; A "Mãe Terra", dos seus filhos, a perda chora. E
avisa ao homem que está se extingüindo, De forma galopante, a fauna e a
flora.
- O equilíbrio biológico está ameaçado!! "Grita" a Mãe Terra,
com "alarmas vermelhos" Que mostra o perigo que corre a
Natureza.
Porém o homem não ouve seus conselhos E segue em frente, em
busca de riqueza, Matando a si mesmo, como um tresloucado.
Natal/RN -
Brasil_26 de Fevereiro de
2007. www.recantodasletras.com.br/autores/rosaregis http://www.poesiapura.com/poesia/profile.php?mode=viewprofile&u=5159

63-
Canto ao planeta... “A Poetisa dos Ventos” Deth Haak Aonde vou,
oh! Minha Terra mãe nesse vôo Se do barro sou resquício, se do ar o canto
sou! Onde mãe natureza, se ao humano não perdôo... O flagelo ora hiante,
que nesse verso pousou. Por onde olho só a guerras, e os seres gritam
gol Findou-se o amor a terra, ou o homem endoidou? No cupidez lhe fere o
útero e matam o rouxinol A pobre ave já não gorjeia seu irmão a
exterminou... Aonde vou, oh! Minha Terra mãe neste vôo Se do barro
sou resquício, se do ar o canto sou! Onde mãe natureza, a pena chora quem a
ti lesou Devorando o próximo tão mais próximo que plantou. Entre os
versos que despertam, quem a ti mortificou Destruindo o Planeta, vou
contriste com que restou, As retinas turvam as flores, a floresta que
queimou... Ouço mar carpindo as lousas, peixe que não vingou. Aonde
vou, oh! Minha Terra Mãe neste vôo Se do barro sou resquício se do ar o canto
sou! Digo não ao motoserra, e a quem a ti martirizou, Contrito eu verso,
não destrua o que Deus amou... 24/02/2007 SPVA-RN : Sociedade dos
Poetas Vivos e Afins do RN Cônsul poetadelmundo- RN

64- S.O.S.
Enquanto é tempo Mifori Busco um balanço com renovações Das
diferentes origens de todos os fatos, Conciso, relato do homem suas
relações, Cujos efeitos na natureza são funestos. Preservar o meio
ambiente, eis o desafio. O homem extrai, na interação com a natureza, O
seu sustento, transformando-a pelo poder. Na extração desordenada, aviltado
pelo ter. Há que se conter a ganância desenfreada Sem dispersões -
mude sua ação, ó infrator, Eliminando a poluição dos rios e do ar. A
extinção da flora e da fauna queira evitar. A Ciência, a Tecnologia,
atingiram o patamar Altíssimo de desenvolvimento na comunicação. Porém,
não conseguiram evitar a tal poluição Que faz mal à saúde, à segurança, à
moradia. Agredindo mais e mais a formosa natureza, O próprio homem
não percebe sua destruição, Causada em nome do progresso
consumista, Prejudicando, por egoísmo, sua evolução. Pensamento: "O
homem está sempre disposto a negar tudo aquilo que não compreende ou não o
quer compreender por puro comodismo" [Mifori].

65- O natal dos
anjos Isa Seixas
Todo anjo inspira amor, mas existem também anjos
sofridos... sofrendo de amor! Anjos calados, Anjos alados, Anjos em
desespero, Anjos ilhados, Anjos concentrados, Anjos
transformação, Anjos equilibrio, Anjos rebeldes, Anjos
oprimidos, Anjos confraternização, Anjos luz, Anjos
combalidos, Anjos paz, Anjos fantasia, Anjos de amor, Anjos das
setas, a nos guiar, Anjos graça, Anjos esperança, Anjos
reflexões, Anjos emoções, Anjos magicos, Anjos simplicidade, Anjos
harpando, Anjos, nos guardando, Anjos canções entoando, Anjos
louvando, Anjos que vagueiam, Anjos,brincando com o menino
Deus, Fazendo uma ciranda de mãos dadas, Em forma de um grande
coração...... de rosas vermelhas, para brindar unicamente o
grandiosíssimo Amor...........multicolorindo, Do mundo.......a
dor!

66- S.O.S.Planeta Terra Rúbia Gregori
Mãe Terra, que na
ida e volta nos acolhe em seu ventre purificador resista ao
tempo resista ao homem resista ao açoite do egoísmo resista à
ganância que sejas para sempre e sempre MÃE! Assim seja!

67-
Extinção Sandra Ravanini Ó belíssima dama, ajoelha-te ante a
serra, entoando qual um doce gemido agônico e no teu último orgasmo lírico
e atônito, queimando diante de mim, direi: oh, como és bela! Senhor
de minhas entranhas e azuis mistérios, vesti-me de borboleta e rendas em
relvas verdejantes, fluí a verdete dos seios às selvas bronzeando os elmos
e os escudos do teu império. Dá-me do ventre formoso a seiva do
urânio, dispa a luz do teu ouro bailando tão cômica e ardendo teu sexo
nessa dança atômica, dessedenta o gozo e a fome e a pressa do
ozônio. Fendida de amor deitarei em meu negro carvão, consumindo a
minha reserva, então, chorarei e em lágrimas contaminadas por tuas
leis, jazendo na fumaça eu direi: oh, tu e eu em
extinção! 25/02/2007
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