Amor...
Que bom ouvir você me confessar
teu ciúme!

Você que sempre disse
nada querer, nada esperar
que a sua doce vida ia seguir
sem ninguém para lhe acompanhar.

Amor...
Que bom ouvir você me confessar
que mudou!

Que hoje me esperou aflito
que até me castigou depois
porque o vazio que encontrou
muito lhe incomodou.

Amor...
Que bom ouvir você me confessar
que vive!

 

Tere Penhabe                   
Itanhaém, 09/04/2003     

 

 

Menu de Poesias

Principal

 


© Copyright 2004
por Terezinha A. Penhabe®
Santos . SP - Brasil
Todos os direitos reservados ®.
Não pode ser utilizado sem permissão do autor.