Dizem que o poeta finge
que a sua dor não é dor
que o seu amor não existe
que o que fala, já passou.

Dizem que o poeta mente
que é um ser passional
que veste o manto da vida
que canta o ocasional.

Dizem que o poeta é triste
que só assim pode ser
que a alegria não lhe pertence
que não se atreve a viver.

Dizem tanto do poeta
que ele quase acredita
que finge, mente e é triste
que esconde e foge da vida.

Mas o poeta não finge...
não mente...
não é triste.
O poeta apenas:
- Aumenta o amor!

 

 Tere Penhabe                   
Itanhaém, 08/03/2003     

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6º Lugar "Concurso Nacional de Poesias - 2003"
Biblioteca Pública de Descalvado/SP

Publicado no Livro "Marcas do Tempo V"
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