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Há um rumor
inconfundível de festa... o mundo se prepara mais uma vez entre tantas, para
comemorar o Natal, as festas de final de ano.
Nada é novo, mas tudo parece brilhar...
Mais uma vez, pouca gente se lembra do
aniversariante, daquele que deveria ser o homenageado.
Repetindo-se, vemos o comércio tomar conta de
tudo, numa desabalada maratona para chegar na frente, ninguém sabe de quem...
ninguém sabe porque.
Vamos mudar isso?
Você pode... eu posso... todos nós podemos!
Vamos embrulhar cuidadosamente um pouquinho de amor. Fazer vários pacotes,
enfeitar com laços de solidariedade, colocar uma pitada de compreensão, para
dar maior encanto a esses pacotes e entregá-los às pessoas que amamos.
Não espere retribuição.
Os presentes comprados nas lojas são fáceis de serem retribuídos. Só dependem
de algumas caminhadas, algumas pechinchas e a gente sempre acaba encontrando um
equivalente para retribuir. Mas o amor...
Ah, meus queridos, o amor é caríssimo! Muito difícil de ser retribuído. E na
hora que o recebemos, muitas vezes nem damos tanto valor, mas chega um dia que
a gente abre uma gaveta da vida, vê lá no fundo aquele pacotinho esquecido,
geralmente já meio amarelado pelo tempo, e de repente... ele é tudo que temos
para nos apegar. Ele é, incontestavelmente, a salvação do nosso ego massacrado.
Por isso, não tenha medo que o seu presente não
seja devidamente valorizado. Com sorte, isso acontecerá de imediato; mas se
isso não ocorrer, com certeza ocorrerá um dia.
E não seja avarento. Não escolha com muito cuidado, as pessoas que receberão o
seu amor. O amor é para ser distribuído sem regatear, sem medo e sem limites.
Pode ter certeza que O Dono dessa festa estará com você, cobrindo-lhe cuidadosamente
com todo o amor do mundo!
E você ouvirá lá no íntimo do seu coração, a deliciosa sonoridade de uma voz
interior que lhe dirá com toda a suavidade e carinho...

Tere
Penhabe Itanhaém,
19/12/2003
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