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Eu não fui sempre assim, sozinha.
Perto de mim havia muita gente.
A alegria era constante, necessária.
O sonho se deitava, insistente
na árvore colorida e brilhante...
O riso de crianças brincando felizes...
Sempre a esperarem o papai-noel...
Mas não o popular... um diferente.
Que não chegava na janela, quieto.
Pelo contrário, era barulhento.
E a fantasia a ninguém convencia.
Ano após ano, o afã se repetia.
Vida! Era o sentido que se tinha,
nas noites tão felizes de natal.
E nessa festa era fundamental:
- A mãe! -
Nunca pensei que um dia não estaria...
E da janela, eu veria a festa,
se não me apetecesse mais entrar,
por não querer ou por não precisar.
Ah! Que belas noites de Natal aquelas!
Igual, eu sei que não terei jamais...
Foram ricas, felizes e tão belas.
Tere
Penhabe Itanhaém,
24/12/2003 – 23:55 hs
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