de Tere Penhabe

 

 

 

Uma árvore piscava no jardim...
Dela emanava tanta excitação!
Eu lembro bem do que causava em mim:
- Arroubo de ternura e emoção!

 

E parecia nunca mais ter fim.
Que aquilo tudo não era ilusão...
Embora ainda me sinta bem assim,
Com clima de Natal no coração...

 

E às dez da noite, as luzes se apagavam...
E todos com prazer, se atropelavam,
No doce afã de abrirem suas prendas.

 

Hoje meu Natal é simplicidade,
Não há Mamãe Noel nem oferendas,
Mas na memória brilha uma saudade...

 

              Tere Penhabe
              Santos, novembro/2007

 

 

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