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Refletindo
Sobre o Natal Tere Penhabe
Recordo com saudades e ternura, Os meus natais da infância e
juventude, Quando vivia a mais doce aventura, Havia em mim, por certo,
mais virtude.
A defender pureza com bravura, A crer no ser e sua
magnitude... Onde perdi, (Oh céus!) a casta alvura, Que me deixou assim,
descrente e rude?
O Deus que tantas vezes vi nascer, Renasceu sempre
quando precisei, Por isso, Dele, nunca duvidei.
Sei que ele pode, a
minha dor, sofrer, Porque se o mundo mostra-se mesquinho, Jesus chora
comigo em meu cantinho...
Tere
Penhabe Santos, 11/12/2008
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