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Pobre Natal... Tere Penhabe
O badalar dos sinos desperta o mundo. São lembranças, memórias
apenas... Não há mais sinos e o mundo, está por um fio.
Mas ainda nasce, numa ou outra manjedoura, (que não seja de resina ou
cristal) o Deus Menino.
Ora vestido de branco, ora vestido de azul... Às vezes de vermelho,
em trapos tintos do sangue inocente, arrancado tão covardemente, por
aqueles que negam Jesus! Que não creram... também os que fingem crer,
mas propagam a guerra fazendo apologia da paz, em exímio discurso,
contumaz.
Mesmo assim é Natal! Pobre Natal...
Reserva uma moeda para abater nos teus pecados velhos, e
espera... Espera com fé e confiança, que Deus faça mais do que
isso, por ti.
Tere
Penhabe Santos, 20/12/2009
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